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Sábado, 1 de Maio de 2010

LEI DO AMOR

Quando o amor ainda está mesclado com os impulsos do instinto e do
desejo, nós o encontramos sob o nome de PAIXÃO.
Quando o amor traduz afinidade, carinho e respeito mútuo,
nós o chamamos de AMIZADE.
Quando o amor resvala pelos caminhos áridos do ciúme e da posse, ele
aprisiona, e é quando encontramos o APEGO.
Quando o amor liberta, nós o chamamos de renúncia.
Quando o amor ainda está fechado em si mesmo, como semente escura e
enclausurada, nós o chamamos de EGOÍSMO.
Quando o amor se expande como um Sol ardente, em benefício do
semelhante, torna-se divino, e o chamamos de CARIDADE.

O ÓDIO é apenas a ausência de amor, assim como a sombra é a
ausência de luz, ou então...

....é o amor traído e, por isso mesmo, tempestuoso
O amor é como o Sol...
....está por toda parte.
A diferença está na maneira que refletimos
O amor é a força que une os mundos...
....até mundos tão diferentes como
eu e você...
.... está presente nos pequenos seres...
.... e até nos recantos mais escondidos do coração.
Quando nos afastamos desse AMOR, sentimos o frio e a infelicidade na
alma.
Se nos aproximamos dele, sentimos a paz e a alegria. Porém, esse amor
terá matizes diversos, segundo a nossa capacidade de percebê-lo em
nós.
Essa é a LEI da vida...
Estamos imersos nesse AMOR.
E é para ele o destino de todos nós.
AMAI-VOS
Vós sois AMOR.

                                                                                        

Fonte: Mensagens virtuais - Foto: Divulgação

 



Segunda-feira, 15 de Março de 2010

Vocabulário da vida

Adeus: É quando o coração que parte deixa a metade com quem fica.

Amigo: É alguém que fica para ajudar quando todo mundo se afasta.

Amor ao próximo: É quando o estranho passa a ser o amigo que ainda não abraçamos.

Caridade: É quando a gente está com fome, só tem uma bolacha e reparte.

Carinho: É quando a gente não encontra nenhuma palavra parra expressar o que sente e fala com as mãos, colocando o afago em cada dedo.

 Ciúme: É quando o coração fica apertado porque não confia em si mesmo.

Cordialidade: É quando amamos muito uma pessoa e tratamos todo mundo da maneira que a tratamos.

Doutrinação: É quando a gente conversa com o Espírito colocando o coração em cada palavra.

Entendimento: É quando um velhinho caminha devagar na nossa frente e a gente estando apressado não reclama.

 Evangelho: É um livro que só se lê bem com o coração.

Evolução: É quando a gente está lá na frente e sente vontade de buscar quem ficou para trás.

Fé: É quando a gente diz que vai escalar um Everest e o coração já o considera feito.

Filhos: É quando Deus entrega uma jóia em nossa mão e recomenda cuidá-la.

Fome: É quando o estômago manda um pedido para a boca e ela silencia.

Inimizade: É quando a gente empurra a linha do afeto para bem distante.

 Inveja: É quando a gente ainda não descobriu que pode ser mais e melhor do que o outro.

Lágrima: É quando o coração pede aos olhos que falem por ele.

Lealdade: É quando a gente prefere morrer que trair a quem ama.

Mágoa: É um espinho que a gente coloca no coração e se esquece de retirar.

Maldade: É quando arrancamos as asas do anjo que deveríamos ser.

Netos: É quando Deus tem pena dos avós e manda anjos para alegrá-los.

Ódio: É quando plantamos trigo o ano todo e estando os pendões maduros a gente queima tudo em um dia.

Orgulho: É quando a gente é uma formiga e quer convencer os outros de que é um elefante.

Paz: É o prêmio de quem cumpre honestamente o dever.

Perdão: É uma alegria que a gente se dá e que pensava que jamais teria.

Perfume: É quando mesmo de olhos fechados a gente reconhece quem nos faz feliz.

Pessimismo: É quando a gente perde a capacidade de ver em cores.

 Preguiça: É quando entra vírus na coragem e ela adoece.

 Raiva: É quando colocamos uma muralha no caminho da paz.

Saudade: É estando longe, sentir vontade de voar, e estando perto, querer parar o tempo.

Sexo: É quando a gente ama tanto que tem vontade de morar dentro do outro.

Simplicidade: É o comportamento de quem começa a ser sábio.

 Sinceridade: É quando nos expressamos como se o outro estivesse do outro lado do espelho.

Solidão: É quando estamos cercados por pessoas, mas o coração não vê ninguém por perto.

Supérfluo: É quando a nossa sede precisa de um gole de água e a gente pede um rio inteiro.

Ternura: É quando alguém nos olha e os olhos brilham como duas estrelas.

 Vaidade: É quando a gente abdica da nossa essência por outra, geralmente pior.

 

 Trechos do livro: "O Homem Que Veio da Sombra" de Luiz Gonzaga Pinheiro





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