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Sábado, 22 de Outubro de 2011

Quanto custa o seu amor?

 

Quem nunca ouviu a feliz história de Eduardo e Mônica? A clássica música do Legião Urbana se perpetua de geração em geração. As diferenças entre ambos foram vencidas pelo amor existente em seus corações.

Quantos relacionamentos acabam devido às diferenças entre ambos? Quantos relacionamentos passam por cima de todas as diferenças? Mas quais as diferenças que podem destruir ou fortalecer os sentimentos?

Existem diversos motivos que podem colocar um casal em patamar diferente. Há milhares de pontos a serem discutidos, mas com certeza a maior adversidade vem da desigualdade social. Pessoas de classes extremamente diferentes se tornam suscetíveis ao desprezo, ao desentendimento, ao julgo da sociedade, afinal quem nunca ouviu: Ela está com ele por dinheiro!?

Atualmente, a conta bancária tem deteriorado os sentimentos, destruindo relacionamentos que possivelmente dariam certo. A mulher após sua conquista de direitos iguais, tem sofrido com a neurose masculina do Ela ganha mais que eu; o homem tem um certo receio - Ela é interesseira. Desta forma, as condições sociais têm passado por cima do verdadeiro sentimento.

O fato de ser rico ou ser pobre sempre foi um fator determinante, desde as épocas da antiguidade quando os pais escolhiam os noivos para suas filhas de acordo com o dote ofertado. O absurdo está justamente em se escolher o amor pelo valor que se paga para obtê-lo.

Sobre esta ótica podíamos criar um mercadão de casamento; você vai ao “mercado do amor” escolhe a sua companhia eterna, paga por ela ou ela paga por você e então a história termina com um: E viveram ricamente para sempre...

Francamente, até quando o ser humano verá importância em coisas tão banais como o valor do amor? Será que ninguém enxerga que o verdadeiro sentimento consiste em ser Eduardo e Mônica, passando por cima de todas as diferenças para dois se tornarem apenas um? Até quando haverá a necessidade de ter para depois ser?

Vale lembrar que dinheiro não traz felicidade, para os infelizes de plantão o ditado é outro: o dinheiro não traz felicidade, mas manda buscar. Pois é, está aí uma coisa que o homem precisa descobrir, se soubéssemos onde a felicidade se esconde não precisaríamos de dinheiro para tê-la, com certeza daríamos todas as voltas ao mundo para encontrá-la, com certeza seria o lugar mais visitado de toda a nossa extensão universal. Ninguém sabe onde encontrar a felicidade, mas sabemos que ela não é algo que se compra, pois não existe em nenhum portal de e-commerce, e hoje tudo se encontra na Internet.

Quando você se deparar com este tipo de dificuldade em seu relacionamento, ou seja, se ele entrar em crise devido às condições financeiras de uma das partes, é bom repensar sobre os conceitos de cada um, avaliar o sentimento e ter uma boa conversa, a fim de medir o quanto vale a pena lutarem juntos ou abandonarem a batalha. E se vocês abandonarem a guerra na metade tenha a certeza de que onde não há disponibilidade para a luta também não há sentimento.

Texto de Onna Roxane



Terça-feira, 18 de Outubro de 2011

Superando a traição


Lidar com a traição de alguém que você ama e confia não é tarefa fácil e não existe receita para sair dessa, cada um tem a sua forma de reagir e lidar com isso. Mas alguns especialistas deram a GNT algumas dicas de como superar esse período complicado e doloroso.
Duas psicólogas dão conselhos para aquelas que querem perdoar e manter a relação ou, simplesmente, colocar um ponto final.

Mantendo a relação...


Estabeleça um diálogo
Estabeleça um diálogo para esclarecer as razões que levaram o parceiro a buscar uma outra relação. Não fique fantasiando, pensando no que pode ter acontecido. O melhor é lidar com os fatos reais, suportar a dor e tentar melhorar os pontos negativos.

Não ligue para opinião alheia
Sustente a sua escolha e não dê atenção à opinião de outras pessoas.

Perdoe de verdade
Seja verdadeiro consigo mesmo. É comum o parceiro traído se sentir mais poderoso por ter perdoado e usar isso para controlar a vida do outro. Quando perdoamos mas não esquecemos, na primeira discussão lembramos o outro da dor que ele nos causou. É preciso, neste caso, perdoar de verdade.


Saia da rotina
Resgate a relação por meio do afeto amoroso. Procure se valorizar e fazer programas com o parceiro que deixou de fazer, como, por exemplo, viajar, jantar fora, ir a um motel.

Tente entender o outro

Não encare o ato como algo que foi feito contra você, mas, sim, uma falha do outro, uma fraqueza ou uma necessidade. E lembre-se de que o outro existe "além de você", e que ele tem defeitos, carências... “Muitos ainda confundem amor com posse e acreditam que quando se ama uma pessoa não é possível se interessar e desejar mais ninguém. Então, não admitem que isso aconteça com o outro”.

Colocando um ponto final na relação...


Dê tempo para a dor

Lidar com a dor da perda é inevitável. Dê um tempo para a dor passar. Lembre-se de que você perdeu alguém e não a si mesmo. E que em qualquer relação você é mais importante.

Cuide da beleza

Procure cuidar da estética, fazer academia e ir ao cabeleireiro, pois isso aumenta a autoestima. Lembre-se de que você é única e para refazer suas relações a principal pessoa é você mesma

Corte relações
Evite encontros e telefonemas, cortar a relação é o melhor caminho para esquecer. Espere superar esta perda e depois, se quiser, encontrá-lo de outra forma.


Saia com os amigos
Procure se distrair com programas construtivos, com amigos e colegas do trabalho. Invista na sua energia fazendo coisas que há tempo não fazia.

Não queira se vingar
Evite entrar em outra relação só para se vingar ou mostrar para o outro que você também pode. Se valorize, faça uma escolha para você e não para o outro.

Meninas Only


Quinta-feira, 15 de Setembro de 2011

O COMBOIO DA VIDA

Numa viagem de comboio, ao longo do percurso, pode acontecer uma grande diversidade de situações. A nossa existência terrena pode ser comparada a uma dessas viagens, mais ou menos longa. Primeiro, porque é cheia de embarques e desembarques, alguns acidentes, surpresas agradáveis em alguns embarques, e grandes tristezas em algumas partidas. Quando nascemos, entramos no comboio e deparamos com pessoas que desejamos que sigam sempre conosco: os nossos pais. Infelizmente, isso não vai acontecer: em alguma estação eles descerão e deixar-nos-ão órfãos dos seus carinhos, amizade e companhia insubstituíveis. Mas durante a viagem, outras pessoas especiais embarcarão e seguirão viagem conosco: os nossos irmãos, amigos, amores e filhos. A viagem não é igual para todos. Alguns fazem dela um passeio, outros só vêem nela tristezas, e outros ainda circulam pelo comboio, prontos para ajudar quem precise. Muitos descem e deixam saudades eternas... Outros passam de uma forma que, quando desocupam o seu assento, ninguém se apercebe. Curioso é constatar que alguns passageiros que nos são caros se acomodam em carruagens distantes da nossa, o que não impede, é claro, que durante o percurso nos aproximemos deles e os abracemos, embora jamais possamos seguir juntos, porque haverá alguém ao seu lado ocupando aquele lugar. Mas isso não importa, pois a viagem é cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperas, despedidas. O importante, mesmo, é que façamos a nossa viagem da melhor maneira possível, tentando relacionar-nos bem com os demais passageiros, vendo em cada um deles o que tem de melhor. Devemos lembrar-nos sempre que, em algum momento do trajeto, eles poderão fraquejar e precisamos entendê-los, pois nós também fraquejaremos muitas vezes e gostamos que haja alguém que nos entenda. A grande diferença, afinal, é que no comboio da vida, nunca sabemos em que estação teremos que descer, e muito menos em que estação descerão os nossos amores, nem mesmo aquele que está sentado ao nosso lado. Porque não é fácil separar-nos dos amigos, nem deixar que os filhos sigam viagem sozinhos. No entanto, em algum lugar, há uma estação principal para onde todos seguimos. Lá nos reencontramos todos. E quando chegar essa hora, teremos grandes emoções em poder abraçar os nossos amores e matar a saudade que nos fez companhia por longo tempo... Que a nossa breve viagem seja uma grande oportunidade de aprender e ensinar, entender e atender aqueles que viajam ao nosso lado, porque não foi o acaso que os colocou ali... Que aprendamos a amar e a servir, compreender e perdoar, pois não sabemos quanto tempo ainda nos resta até à estação onde teremos que deixar o comboio. Se a sua viagem não está a correr exactamente como esperava, dê-lhe uma nova direção. Observe a paisagem maravilhosa com que DEUS enfeitou todo o trajeto... Busque uma maneira de dar utilidade às suas horas. Preocupe-se com aqueles que seguem viagem ao seu lado. Deixe de lado as queixas e faça com que o seu percurso fique marcado com rastos de luz. Pense nisso... E boa viagem!

 

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( Autor Desconhecido )



Quarta-feira, 4 de Agosto de 2010

Quero sumir do mapa

Há momentos em que – se houvesse uma estrada que levasse para lugar nenhum –, sem dúvida, estaríamos viajando por ela. Justificativas não nos faltariam. Muitas vezes, achamos que ninguém tem paciência conosco, que estão sempre a nos cobrar alguma coisa e que são todos chatos.

Podemos pensar que não temos amigos fiéis; o namoro não progride; os relacionamentos familiares se tornaram delicados e instáveis, e que na escola ou faculdade nos falta estímulo. Quem dera se, em tais situações, pudéssemos “derreter”… Temos a impressão de que o mundo ruiu ou que o “cano da descarga” está sobre nossa cabeça. Parece que os amigos e as pessoas mais próximas se afastaram.

Que “ave de mau agouro” posou sobre nossos ombros, trazendo tanta coisa ruim?
Influenciados por essa sensação de injustiças e incompreensão, não percebemos o nosso próprio comportamento, que, lentamente, poderia ter se transformado. A começar por nossas conversas, por menores que sejam esses momentos, o teor do diálogo sempre se esbarra nas críticas, lamúrias, etc. Talvez, se tivéssemos a capacidade de julgar alguma coisa, o mundo estaria condenado pelas injustiças das quais achamos ter sido vítimas.

Entretanto, se o mundo não está bom é porque eu não estou melhor! Pode ser que todo esse sentimento negativo seja o resultado do nosso próprio temperamento. Sem perceber, podemos ter nos transformado em pessoas inflexíveis e irredutíveis aos novos conceitos. É difícil aceitar essa idéia, mas ninguém gosta de estar junto de alguém que considera somente suas idéias válidas, sua opinião é a que deverá ser acolhida, sempre tem a razão… Amigos, namorados, vizinhos e outras pessoas que puderem se afastar de tais pessoas, seguramente o farão, reservando-se manter poucos contatos. Outras, com as quais os vínculos de responsabilidade são mais profundos, poderão apenas se tolerar.

De nossa parte, que nos sentimos injustiçados, cabe a retomada da vida com a coragem de admitir a necessidade de mudança, esforçando-nos para que sejamos diferentes a partir de uma profunda e honesta reflexão. Essas mudanças podem ser pequenas, mas de grande impacto; como, por exemplo, a disponibilidade do sorriso, a docilidade e presteza em ajudar, e se necessário for, o empenho em buscar a convivência, mesmo que possa nos exigir um esforço sobrenatural.

Por melhores que sejam os momentos já vividos, não estamos isentos de outros amargos. Contudo, esses momentos de retomada de consciência acontecem quando temos a capacidade de processar e assimilar essa situação; muito embora, ao fazê-lo, tenhamos a impressão de que não seremos capazes de sobreviver no dia seguinte. As pequenas mudanças ocorridas em nossas vidas, certamente serão refletidas em nosso convívio social e, de maneira muito especial, em nossa família.

Texto de Dado Moura



Terça-feira, 20 de Abril de 2010

Noiva x Amante x Casada

Três mulheres, uma noiva, uma casada e uma amante, estavam conversando sobre seus relacionamentos e decidiram agradar seus homens.

Aquela noite todas as três iriam testar a sensualidade e o poder que exerciam sobre seus companheiros, usando corpete de couro, máscara nos olhos e botas de cano alto.

 Após alguns dias, elas tornaram a se encontrar. Cada uma relatou a sua experiência.

Disse a noiva: - Naquela noite, quando meu namorado chegou em casa encontrou-me usando o corpete de couro, botas com 12cm de salto e máscara sobre os olhos. Ele me olhou intensamente e disse: ‘ Você é a mulher da minha vida, eu te amo’. Então fizemos amor a noite inteira.

A amante contou a sua versão: - Ah, comigo também foi parecido. Naquela noite encontrei meu amante no escritório. Estava usando um corpete de couro, mega saltos, máscara sobre os olhos e… mais nada! Usava uma capa de chuva para cobrir meu corpo. Quando eu abri a capa, ele não disse nada… seus olhos me devoraram… me agarrou e tivemos sexo a noite toda.

E aí a casada contou sua história: - Naquela noite eu mandei as crianças para a casa da minha mãe. Arrumei-me como combinado: corpete de couro, super saltos, máscara sobre os olhos. Então resolvi incrementar o visual. Aproveitei para inaugurar um perfume novo e um batom vermelho que nunca tinha usado antes. Lembrei-me de um comentário que meu marido fez sobre a sensualide da roupa íntima preta e coloquei a que acabara de comprar… um fio dental com um lacinho de cetim em ponto estratégico. Quando meu marido chegou do trabalho, abriu a porta e me encontrou em pé no meio do quarto fazendo caras e bocas. Olhou-me de cima abaixo e disse: - ‘E aí, Batman, o que temos para o jantar?’

Fonte: Perguntas cretinas





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